vejo-te embrenhada no veludo negro.
conheço as tuas feições até de olhos fechados.
cheiro-te. sei que és tu.
snifo-te até à exaustão como sempre fiz.
toco-te ao de leve para não me sentires.
Aquela ânsia. o meu bater de coração audível.
A tua serenidade. tão bonita. faz-me sussurrar.
coisas que não posso dizer !
não posso pensar.
tenho de bloquear. tenho de esquecer.
mas quero dizer. quero gritar. quero mostrar.
tudo isto de olhos fechados.
longe.
na minha realidade.
na profundidade dos meus segredos proibidos.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
e todos os dias tenho o mesmo pensamento.
no final o mesmo sentimento.
( pelo meio as mesmas perguntas e as mesmas conclusões. As mesmas dúvidas e as mesmas revoluções )
Não vou nunca deixar de te querer.
(apenas a tua voz me destrói todas as barreiras. Que deram tanto trabalho a contruir ! )
I fuckin' Love you .
no final o mesmo sentimento.
( pelo meio as mesmas perguntas e as mesmas conclusões. As mesmas dúvidas e as mesmas revoluções )
Não vou nunca deixar de te querer.
(apenas a tua voz me destrói todas as barreiras. Que deram tanto trabalho a contruir ! )
I fuckin' Love you .
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
[8h50]
Ela usa umas asas de anjo de prata na orelha esquerda e umas luvas pretas em ambas as mãos. Uns dias veste-se de branco, outros dias de preto. pouco fala. Uns dias sorri, outros dias chora, outros dias sorri e chora.
Os seus olhos são penetrantes, misteriosos, meigos. E apenas uma migalha no meio do chão cinzento tem uma história.
As vozes que não a conhecem dão-lhe conforto. É confortável não existir perante a multidão.
[16h41]
Ela sabe que já não é precisa. passou a apenas "de vez em quando". e é deixada ali. durante horas. entregue ao negro. As asas escondem-se de vergonha. e a música cobre-a. talvez a proteja.
Ela usa umas asas de anjo de prata na orelha esquerda e umas luvas pretas em ambas as mãos. Uns dias veste-se de branco, outros dias de preto. pouco fala. Uns dias sorri, outros dias chora, outros dias sorri e chora.
Os seus olhos são penetrantes, misteriosos, meigos. E apenas uma migalha no meio do chão cinzento tem uma história.
As vozes que não a conhecem dão-lhe conforto. É confortável não existir perante a multidão.
[16h41]
Ela sabe que já não é precisa. passou a apenas "de vez em quando". e é deixada ali. durante horas. entregue ao negro. As asas escondem-se de vergonha. e a música cobre-a. talvez a proteja.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
hey , I'm not going to watch myself die.
The Used - Buried Myself alive
( ya a Juli está muito estranha ... )
The Used - Buried Myself alive
( ya a Juli está muito estranha ... )
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