árvores de folhagem verde e folhas secas que acabam com a sua vida.
ecos que vêm do passado e previsões fantasma.
lágrimas quentes incessantes.
dores na escrita.
incertezas do fantástico.
dúvidas no imaginário.
mágoa. mágoa. mágoa.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
já foi há tanto tempo,
que aquilo aconteceu.
(diz-me que é um pesadelo)
deixaste-me sozinha. e gritei. gritei muito.
porque aquele silêncio me queria matar.
(quando tu não estás. quando te vais embora, não gosto do silêncio.)
mas tu voltaste e agora somos feliz para sempre !
não, nunca mais voltaste desde aquele dia. e ainda espero. ainda estou naquele silêncio à tua espera. e quando fica noite é ainda pior. porque fica escuro e frio. e estou sempre a tentar ver-te. às vezes penso que estás ali, mas como está escuro não te consigo ver. finjo que estás ali e eu abraço-te com muita força para não desapareceres com o nascer do sol, mas desapareces sempre. e eu não percebo como é que me foste deixar sozinha! nunca pensei que abandonasses daquela maneira...
só espero que um dia te lembres que me deixaste ali sozinha e que voltes, e me salves, e me leves.
que aquilo aconteceu.
(diz-me que é um pesadelo)
deixaste-me sozinha. e gritei. gritei muito.
porque aquele silêncio me queria matar.
(quando tu não estás. quando te vais embora, não gosto do silêncio.)
mas tu voltaste e agora somos feliz para sempre !
não, nunca mais voltaste desde aquele dia. e ainda espero. ainda estou naquele silêncio à tua espera. e quando fica noite é ainda pior. porque fica escuro e frio. e estou sempre a tentar ver-te. às vezes penso que estás ali, mas como está escuro não te consigo ver. finjo que estás ali e eu abraço-te com muita força para não desapareceres com o nascer do sol, mas desapareces sempre. e eu não percebo como é que me foste deixar sozinha! nunca pensei que abandonasses daquela maneira...
só espero que um dia te lembres que me deixaste ali sozinha e que voltes, e me salves, e me leves.
sábado, 4 de junho de 2011
o sol estava a nascer. só se ouviam os passarinhos a começar o seus dia. já não estava escuro, mas ainda não era dia.
estávamos as duas sentadas na cama, de pernas cruzadas, frente a frente.
tão bonita. com os cabelos a cairem-lhe sobre os seios. aquele rosto perfeito. aqueles olhos negros, brilhantes a olharem para mim, dizendo-me tudo. mas eu não percebo metade. sei sim que ela quer que eu lhe toque.
e eu, de cabelo longos negros a cobrir-me os seios, olho-a. fito-a. é tão maravilhoso poder observá-la. é tão bonita. e sorrio-lhe. agradeço-lhe por existir. e toco-lhe. e beijo-a. suavemente. porque sou doce. ela sabe disso.
e é tão bom poder estar com ela nos meus sonhos.
estávamos as duas sentadas na cama, de pernas cruzadas, frente a frente.
tão bonita. com os cabelos a cairem-lhe sobre os seios. aquele rosto perfeito. aqueles olhos negros, brilhantes a olharem para mim, dizendo-me tudo. mas eu não percebo metade. sei sim que ela quer que eu lhe toque.
e eu, de cabelo longos negros a cobrir-me os seios, olho-a. fito-a. é tão maravilhoso poder observá-la. é tão bonita. e sorrio-lhe. agradeço-lhe por existir. e toco-lhe. e beijo-a. suavemente. porque sou doce. ela sabe disso.
e é tão bom poder estar com ela nos meus sonhos.
sábado, 21 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
os sonhos mais estranhos, na sua realidade mais pura.
onde somos nós próprios, no auge da felicidade estranha .
aqueles sonhos que são tão bons que não queremos cair na realidade.
aqueles sonhos que realmente acabam e que nos destroçam.
e porque é que são sonhos ?
porque é tão irreal sentir a felicidade pura...
onde somos nós próprios, no auge da felicidade estranha .
aqueles sonhos que são tão bons que não queremos cair na realidade.
aqueles sonhos que realmente acabam e que nos destroçam.
e porque é que são sonhos ?
porque é tão irreal sentir a felicidade pura...
sexta-feira, 29 de abril de 2011
não quero que te esqueças dos pequenos reflexos de luas nos meus cabelos.
quero reprovar todos os momentos nossos.
a tristeza toma conta de mim. porque as despedidas, quando eu vou embora de ti, fazem-me lembrar quando tu voltavas para mim todos os dias. quando voltávamos uma para a outra e não precisava ter saudades tuas.
quero reprovar todos os momentos nossos.
a tristeza toma conta de mim. porque as despedidas, quando eu vou embora de ti, fazem-me lembrar quando tu voltavas para mim todos os dias. quando voltávamos uma para a outra e não precisava ter saudades tuas.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
'tá bem.
não faz mal.
a culpa é minha.
que não me controlo e não me agarro.
ainda bem que só penso. e tenho conversas não sei com quem.
é um pouco insano, creio.
preciso de espaço. para os meus pensamentos fugirem. irem passear, sei lá.
aqui dentro de casa não têm outro sítio senão a minha mente. e então põem-se a brincar comigo.
é um pouco aborrecido por vezes. (não vou é dizer aqui que me assustam)
por isso a culpa não é tua por não me ajudares. ou dele. porque eu não peço ajuda, nunca pedi.
porque não acredito em mim (ou então uma das vozes irrompe também na minha escrita. upps, passaram de pensamentos a vozes)
acho que toda a gente sabe que demasiado tempo em casa leva a que se pense demais.
não faz mal.
a culpa é minha.
que não me controlo e não me agarro.
ainda bem que só penso. e tenho conversas não sei com quem.
é um pouco insano, creio.
preciso de espaço. para os meus pensamentos fugirem. irem passear, sei lá.
aqui dentro de casa não têm outro sítio senão a minha mente. e então põem-se a brincar comigo.
é um pouco aborrecido por vezes. (não vou é dizer aqui que me assustam)
por isso a culpa não é tua por não me ajudares. ou dele. porque eu não peço ajuda, nunca pedi.
porque não acredito em mim (ou então uma das vozes irrompe também na minha escrita. upps, passaram de pensamentos a vozes)
acho que toda a gente sabe que demasiado tempo em casa leva a que se pense demais.
domingo, 10 de abril de 2011
engano-me todos os dias.
rejeito pensamentos. desvio o olhar de certas imagens.
fujo do que sinto.
finjo sentimentos.
e quando o meu principal pilar de fingimento não está presente, me foge, os sentimentos todos vêm ao de cima. e com eles a minha imagem miserável.
de repente sinto-me feia, triste, horrível, depressiva.
e culpo. culpo. culpo.
e tenho raiva de ti que não me percebes!
e tenho raiva de mim. que não me controlo e às vezes parece que faço de propósito para me odiar a mim própria.
rejeito pensamentos. desvio o olhar de certas imagens.
fujo do que sinto.
finjo sentimentos.
e quando o meu principal pilar de fingimento não está presente, me foge, os sentimentos todos vêm ao de cima. e com eles a minha imagem miserável.
de repente sinto-me feia, triste, horrível, depressiva.
e culpo. culpo. culpo.
e tenho raiva de ti que não me percebes!
e tenho raiva de mim. que não me controlo e às vezes parece que faço de propósito para me odiar a mim própria.
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